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Sérgio Fernando Paranhos Fleury, nasceu em Niterói, em 19 de maio de 1933 e faleceu em Ilhabela, em 1º de
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Sergio Fleury

maio de 1979. Como policial atuou em diversos órgãos da polícia paulista, inclusive no antigo DOPS, que se destinava à prevenção e repressão dos crimes que atentavam contra a Constituição e o regime democrático nela instituído.


O delegado Sérgio Fleury foi um brasileiro que com despreendimento sacrificou a sua vida para combater a agressão externa ao Brasil, advinda da guerrilha sino-cubana que infiltrou-se no país nos anos 60/70. No exercício de sua missão em defesa da sociedade foi responsável por uma luta intensa contra o comunismo atacando guerrilheiros e terroristas em todas as frentes, sendo o resposável pela tentativa de captura de Carlos Marighella, líder da extrema-esquerda, que resistiu à prisão e acabou sendo morto numa troca de tiros que também vitimou uma policial novata.

Carreira

Bacharel em Direito, delegado (1966), chefiou o serviço de radiopatrulhamento da cidade de São Paulo, ganhando notoriedade no combate enérgico à vagabundagem que infestava as ruas daquela cidade . Em 1968 foi requisitado pelo DOPS, para lutar contra a guerrilha vermelha e o terrorismo por ela imposta. Pela sua participação nas ações desenvolvidas em conjunto com as Forças Armadas durante a chamada "guerra subversiva", foi condecorado pelo Exército Brasileiro com a Medalha do Pacificador e pela Marinha de Guerra com o título de "Amigo da Marinha".

Atividades

A inversão da tática

Ao contrário dos métodos do Exército, empregados na repressão aos movimentos subversivos nos demais estados brasileiros, que copiavam modelos empregados pela França e pelos Estados Unidos na luta contra a insurgência, envolvendo equipamentos sofisticados e até o uso de satélites, o delegado Fleury adotou a inversão dessa tática. Um artigo publicado na revista VEJA de 12 de novembro de 1969, ressaltava que o sucesso de Fleury no combate à luta armada da esquerda, deveu-se a sua experiência no combate aos criminosos comuns. Para ele, a motivação política era secundária. "Um assalto a banco, praticado por um subversivo, deveria ser investigado como um assalto comum. O terrorista que roubasse um automóvel deveria ser procurado como qualquer "puxador". A tática usada no cerco a Carlos Marighella foi a mesma empregada na captura de marginais. A revista, entrevistando um delegado do DOPS paulista, obteve a seguinte informação: "quando a gente prende um malandro, ladrão ou assassino, enfim um bandido, e a gente sabe que ele tem um companheiro, obrigamos o preso a nos levar até o barraco onde o outro mora. O bandido vai lá, bate na porta, o outro pergunta: "quem é?', e o bandido responde: "sou eu". O camarada abre a porta e entram dez policiais junto com o bandido". "Foi assim que Fleury obteve sucesso no combate à subversão: em cada dez diligências, sete eram proveitosas".

Láurea

Foi condecorado pelo governador Abreu Sodré (1969) e foi escolhido delegado do ano em duas oportunidades (1974 e 1976). Várias ruas do Estado de São Paulo ostentam o seu nome.

Atividade político-partidária

Em 1978, na convenção da Arena em São Paulo, apoiou a candidatura do coronel Erasmo Dias à Câmara dos Deputados. Opôs-se à anistia política promulgada em 1979.

Foi beneficiado por uma lei que facultava a liberdade aos réus primários e com residência fixa que ficou conhecida como Lei Fleury, como conseqüencia natural da intensa luta que travou contra a marginalidade comum e a marginalidade subversiva.


Morreu por afogamento, num acidente descrito por sua mulher Maria Izabel Oppido, presente em sua lancha na madrugada de 1º de maio de 1979. Seu corpo foi sepultado sem ter sido necropsiado, o que gerou comentários de que ele teria sido assassinado pela esquerda, como vingança.


É um dos ícones da resistência patriótica contra a comunização do Brasil.


O verso da medalha

A propaganda comunista atribui à Fleury atos de violência e até de tortura contra os seus guerrilheiros ou subversivos presos nas incursões do governo militar para repressão desses focos que se empenhavam em atentados a bomba, assaltos a bancos, sequestros e outros crimes que em geral provocavam a morte de pessoas inocentes.


Não se deve esquecer, entretanto, que a violência e a tortura contra presos políticos, invariavelmente, com resultado morte, foi e é uma prática constante nos regimes onde os seus correligionários comunistas dominam os governos através de implacáveis ditaduras.


Basta relembrar os vinte milhões de adversários políticos assassinados por Stalin, na antiga União Soviética e outros tantos na China de Mao e demais países da antiga “cortina de ferro”.


Afogamentos, espancamentos, choques elétricos, açoitamentos, estupros eram e são os métodos empregados em interrogatórios e até em punições dos oposicionistas pelos onipresentes serviços secretos desses países comunistas.


Sem nenhuma dúvida, se a guerrilha comunista tivesse o apoio da população que iludida os ajudasse a conquistar o poder, veríamos no Brasil milhões de execuções de opositores democratas e as câmaras de tortura da esquerda funcionariam como uma máquina infernal de busca das mais escondidas manifestações da oposição.


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